terça-feira, 15 de maio de 2012

Conhecendo melhor nossos animais

Hoje, vamos falar mais da origens, cuidados, as raças e seus usos. Nos próximos posts vamos falar um pouco de todos as raças, onde vamos falar dos personalidade, tamanhos, facilidade para adestrar, cuidados com a pelagem e curiosidades.


Origem

Diz-se que nossa relação começou há cerca de 15 mil anos, apesar da data incerta, teste genéticos confirmam que o cão que conhecemos hoje evoluiu do lobo asiático. Uma linhagem de lobos se sentiu à vontade perto do homem sobreviveu e procriou.
Essa adaptação foi um sucesso para ambas as partes, e alguns descendentes que moravam e colônias humanas não reproduziam mais por instinto, o acasalamento era controlado pelo homem, começou assim a procriação seletivas para perpetuar características que o homem achava interessante.

Os valores originais dos cães são fundamentais ainda hoje, eles passarma a coordenar suas atividades com as nossas porque são tão sociáveis quanto nós e, quando criados com humanos desde filhotes consideram-se parte da família (matilha). Protegem o território onde moram, latindo para avisar a presença de estranho e defendem o mesmo se nescessário. Acompanhavam os homens durante a caçada e contribuiam para seu êxito. com sua velocidade e excelente faro, além da facilidade de saber o que queremos pela nossa liguagem corporal.
O cruzamento seltivo aumentou e há 5 mil anos, já existiam, todos os formatos e tamanhos dos cãe de hoje.Poré, foi só nos últimos 200 anos que o cruzamento seletivo se tornou uma indústria.


Cuidar de um cão

Pessoas que escolhem racionalmente o tipo de cão que melhor se adapta ao seu modo de vida e adestram seu cachorro recebem em troca diversão, conforto, honestidade amiza e carinho dele. Porém uma escolha mal feita, sem adestramento e cuidados nescessárioslevam a um cão ancioso e frustrado.
Nos próximos posts vamos conhecer melhor cada raça, para que você possa escolher o melhor companheiro!


 Equipe

domingo, 13 de maio de 2012

Parabéns para as mamães!


Hoje dia das mães, nada melhor do que conhecer um pouco desta fase!



Normalmente a cadela tem seu 1º cio entre 6 e 8 meses de idade, o cio tem duração de 21 dias, de 7 a 9 dias a cadela estará na fase do pró-estro e não vai querer acasalar, depois deste período a cadela aceitará o macho. O cio se repete de 6 em 6 meses, ficando regrado a partir do 3º cio.

Cuidados importantes:
  • Não coloque sua fêmea para cruzar no 1º cio, ela não está preparada fisicamente e nem mentalmente; 
  • O macho deve ter o mesmo tamanho ou ser menor que a fêmea, nunca cruze com um macho maior que ela, os filhotes podem ser muito grandes podendo causar complicações durante o parto; 
  • Tenha certeza de que as vacinas estejam em dia, tanto da dela como dele; 
  • Os dois devem estar com a vermifugação em dia; 
  • Deve-se fazer uma avaliação – tanto da fêmea quanto do macho – que leve em conta as doenças hereditárias, temperamento e história de agressividade com crianças ou adultos. 

A gestação dura de 56 a 62 dias, se chegar a 62 dias e a cadela ainda não tiver ganho os filhotes leva imediatamente para o veterinário!Após o acasalamento, deve se trocar gradativamente a ração da cadela, misture um pouco de ração de filhote e vá aumentando até que seja feita a troca com 20 dias de gestação, ou quando tiver a confirmação de que a fêmea está prenha.


A ração de filhote é rica em proteína e cálcio, duas coisa que sua cadela precisará durante a gestação, proteína para que ela não emagreça demais enquanto grávida e cálcio para ter mais leite.

Depois de 20 a 30 dias do acasalamento é possível saber se a cadela está prenha ou não, fazendo um ultra-som dá para saber quantos filhotes tem e como está a saúde da mamãe, com 30 dias o veterinário pode fazer um exame de toque para saber quanto filhotes tem, porém pode acontecer de ter mais filhotes que não puderam ser sentidos ao toque.

Com 35 dias a cadela já começa a desenvolver leite, com 40 dias o abdômen já começar a crescer. Com 45 pode-se fazer um raio-x onde já é possível ver ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos. Com 49 dias já da para palpar a cabeça do fetos e com 50 dias já é possível ver movimento quando a cadela esta deitada. A partir de 56 dias os filhotes já podem nascer!

Duas semana antes do da data prevista já arrume um lugar de fácil acesso, com panos, um lugar confortável, estimule ela a deitar e dormir lá.


Evite situações estressantes nas duas últimas semanas, os sinais de parto começam 48 hrs antes onde ela começa a procurar o lugar para dar a luz, mostre o lugar que você escolheu.Quando chega a hora do parto ela fica inquieta, não encontra um posição confortável para deitar, quer caminhar, ficam ofegantes, as contrações já podem ser vistas.
Quando os filhotes nascerem ela deve arrebentar a placenta, cortar o cordão umbilical, limpar o filhote, estimular a respiração e depois irá comer a placenta. Caso ela não faça isso pegue uma tolha macia, uma tesoura fervida, pegue o filhote, rompa a placenta, corte o cordão, de um nó, pegue a tolha limpe eles e esfregue (não forte) para estimular a respiração e o coloque para mamar.
Os filhotes irão mamar e adquirir anticorpos através do leite materno, uma cadela com a vacinação em dia passa mais anticorpos do que uma cadela que não esteja com a vacinação em dia.
O nascimento do primeiro filhote pode demorar 4 hrs para nascer, para os próximo pode haver um intervalo de 15 min à 2 hrs, se passar de 2hrs chame o veterinário imediatamente!

Situações onde deve se procurar o veterinário com urgência:
  • Quando os filhote não nascerem até o 63º dia; 
  • Quando demorar mais de 4 hrs para nascer o primeiro filhote; 
  • Quando o intervalo de nascimento entre um filhote e outro for mais que 2 hrs; 
  • Quando um filhote ficar preso na vulva, mesmo com a cadela tendo contrações; 
  • Quando a fêmea ficar fraca, tremer e não tiver contrações; 
  • Quando sair um liquido esverdeado da vagina da fêmea; 
  • Quando houver qualquer outra situação que não esteja prevista. 
Com 25 dias os filhotes devem fazer a primeira visita ao veterinário, para serem pesados, medidos, examinados e vermifugados.

Equipe


sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que é Psicologia Canina?

Psicologia Canina, assim como a Psicologia Humana, é, a princípio, relacionada ao estudo da mente. De fato, experimentos iniciais, conduzidos por cientistas notáveis no campo, como Freud e Pavlov, foram quase que exclusivamente conduzidos em animais, pois acreditava-se que os processos de pensamento dos animais e dos homens não diferissem significativamente, exceto pelo nível de complexidade.
Logicamente, é possível assumir que os cães fiquem mais que felizes em deitar-se no sofa, porém, eles não são capazes de dizer através de palavras o que e como estão se sentindo.  Assim sendo, para se compreender como um cão pensa, devemos avaliar e analisar seucomportamento em relação a um determinado estímulo ou ambiente, e como o cão interage com tais estímulos e com aqueles que o cercam, sejam humanos ou animais.
Os cães são capazes de se comunicar de diferentes formas. Eles se comunicam através da vocalização, sendo que a maioria dos sons classifica-se em quarto grupos (rosnados, latidos, uivos e choramingos). Dentro destes grupos, a frequência, o volume e o “pitch” variam para determiner diferentes mensagens. Todos entendemos o significado de um rosnado, utilizado primariamente para ameaçar ou advertir, contudo, um latido pode informar qualquer coisa, desde alerter outros membros do grupo sobre a aproximação de um estranho, ou até mesmo dizer “encontrei algo interessante, por que vocês não vêm ver?!”.
Cães também se comunicam pelo uso da linguagem corporal, utilizando seja o corpo todo, ou as orelhas, os olhos, a cauda ou a boca, ou até mesmo uma combinação destes para determiner significados específicos. Quando se considera estes fatores, é fácil entender porque tantas pessoas são contra a amputação da cauda e o corte das orelhas procedimentos – até certo tempo atrás – comuns  de se realizar em determinadas raças. Cortar caudas e orelhas afeta diretamente a comunicação dos cães.
Eles também utilizam a comunicação olfatória, já que possuem um olfato altamente desenvolvido. Os cães utilizam o olfato para captar mensagens deixadas por outros cães, que podem significar, por exemplo “este é meu território”.
É extremamente importante compreender como um cão aprende os comportamentos que manifesta, de modo a analisar como os problemas de comportamento têm início.

No Brasil ainda temos a antiga mania de relacionar aprendizagem de comandos ao fim dos maus hábitos de nossos cães. O que é um erro.
Sem dúvida o adestramento (treinamento de comandos) é um desafio psicológico ao cão, o que tende a aliviar um pouco a ansiedade, bem como dá ferramentas que ajudam o dono na busca pela “liderança da matilha”. É inegável que o adestramento bem feito é saudável, porém, é apenas um auxiliar na reabilitação comportamental do cão.
Problemas comportamentais em cães têm três origens: CONFLITO, FRUSTRAÇÃO e MEDO. Portanto, afirmar que ensinando um cão a sentar e deitar resolverá suas “questões” internas, é o mesmo que receitar a um humano maníaco-depressivo que resolva seu problema estudando física ou geografia. Não faz sentido!
Um mau comportamento é apenas um sintoma de uma das três causas acima. Conseqüentemente, apenas tratá-lo isoladamente não resolverá o problema na origem. O comportamento que desagrada o proprietário pode desaparecer, mas logo o cão encontrará uma nova válvula de escape para extravasar a frustração e/ou o conflito, gerando um novo comportamento nocivo, algumas vezes pior que o anterior.
Somente usando a psicologia canina é possível tratar o problema na raiz, eliminando a sua causa fundamental e reequilibrando o cão. Aí sim, como coadjuvante, o adestramento e o tratamento do sintoma (mau comportamento) vão ser realmente eficazes.
Um cão mal comportado é um cão desequilibrado. Apenas satisfazer a vontade do dono sem reequilibrar o cão não terá eficiência a médio e longo prazo. A maneira mais humana e justa de ajudar um cachorro com problemas é usando a psicologia canina para reabilitá-lo definitivamente.

Equipe